Estamos chegando, de novo, a festa da democracia.
É época que candidatos que nunca se importaram com determinadas cidades, aparecerem e prometerem mundos e fundos a população para depois, sumirem!
Todos eles confiam na memória curta do povo brasileiro. Em grande parte nem se lembra em quem votou na eleição passada!
Nos bastidores da política começam os acordos e os conchavos. Os partidos políticos e os candidatos passam a lotear cargos e funções. Ficam estabelecidos pactos que mais parecem acordos pré-nupciais e, como já sabemos quem é a noiva, e quem vai levar ferro na noite de núpcias: o POVO!
Através de movimento da população, o Congresso Nacional, foi obrigado a aprovar a “Ficha Limpa”. É hora do povo se ligar e banir aqueles que estão sendo processados e os condenados por surrupiar o dinheiro do povo.
Rouba mas faz! O que é isso meus Deus? Quem rouba é LADRÃO, e lugar de ladrão é na cadeia!
A “Lei de Gerson” tem que ser enterrada bem fundo e lá esquecida para todo o sempre. O povo tem que se conscientizar que essas expressões: Levar vantagem em tudo; está bom para mim, o resto que se dane! São efêmeras, recebem uns trocados agora, mas quando ficam doentes não tem hospitais, quando tem, não tem médicos, quando tem médicos, não tem remédios e, por ai vai...
No passado foram criados programas sociais que tinham a contrapartida da criança na escola. E agora?
A educação no Brasil é de segunda linha. Para que povo instruído e culto? É preocupante pensar nos jovens vindos do ensino público do nosso país, nas universidades!
Existem candidatos, realmente, comprometidos com a educação de qualidade? Ou quanto mais ignorante o povo é melhor! Povo sem educação e cultura é mais fácil de ser manobrado, iludido por falsas promessas e até comprados com pretensos “programas sociais e outros bichos.
Tem um candidato a presidente que promete aumentar o “bolsa família” para R$ 510,00. Esse Zé Mané quer transformar nosso país em uma nação de vagabundos? Quem será o cidadão que podendo receber isso sem fazer nenhuma força, será capaz de enfrentar um trem ou um ônibus lotado para trabalhar oito horas e ganhar um salário mínimo. É melhor ir pescar e tomar uma cervejinha no bar da esquina à custa da combalida classe média de nosso país. O pior é que tem gente que acredita!
Acorda Brasil!
Paulo Edgar Melo
Economista, Ex-professor Universitário, Funcionário Público Federal Aposentado.