terça-feira, 28 de junho de 2011

Ao Povo de Miguel Pereira

Folheando outro dia a edição de “O Globo Extra” de domingo, 1º de maio, deparei com várias matérias divulgando realizações de relevante importância em cidades do Vale do Paraíba e do Sul Fluminense, sem qualquer menção a empreendimentos em Miguel Pereira.

Em Volta Redonda, começando pelas atividades esportivas, acham-se em construção pólos de atletismo em parceria com a Companhia Siderúrgica Nacional. A cidade também está inscrita para a aclimatação de atletas durante os Jogos Olímpicos. Na área industrial há 50 empresas interessadas em se instalar nos Parques Empresarial João Pessoa Fagundes e Empresarial Roma, que já se encontram em fase adiantada de terraplenagem, drenagem e pavimentação.

Três Rios e Resende estão colaborando no trabalho da polícia e no combate ao tráfico de entorpecentes através de Centrais de Monitoramento, Comando e Controle das Cidades, por meio de câmeras estrategicamente localizadas e monitoradas 24 horas por dia pelas polícias civil, militar e municipal, que se revezam em turnos na operação dos equipamentos.

Três Rios está recebendo uma unidade fabril da multinacional Nestlé, cujas obras em andamento à margem da Rodovia Washington Luiz (BR 040) avançam rapidamente, prevendo-se o início da produção em agosto de 2011. Segundo o secretário de Indústria, Comércio e Trabalho, desde 2003, quando se deu o início da recuperação do período de estagnação que a cidade passou, cerca de 80 empresas, a maioria prestadoras de serviço, se estabeleceram no município. O investimento da Nestlé é de R$163 milhões e a produção inicial da fábrica será de 200 mil litros de leite por dia, porém incentivando a produção local, pois está compromissada com o conceito de criação de valor compartilhado.

Porto Real tem a maior renda per cápita do estado, resultado de uma política de saneamento na arrecadação municipal em parceria com uma iniciativa privada consciente e responsável. A arrecadação prevista para 2011 é de R$150 milhões que está sendo revertida em investimentos em benefício da população, tais como modernização de escolas, construção de novos estabelecimentos de ensino, um hospital com atendimento de emergência 24 horas, canalização de águas, esgotos, pavimentação de ruas, etc.
Na referida edição de “O Globo Extra”, ainda são destacadas atividades esportivas de vulto em Piraí, Vassouras e Itatiaia, visando os Jogos Olímpicos.

Até a vizinha e pequenina Eng. Paulo de Frontin acaba de ser agraciada com a construção de um Parque Industrial da BRASTUBO, uma das maiores fabricantes de tubos de PVC, polietileno, metal e estruturas metálicas da América Latina. A fábrica tem um potencial para gerar 500 postos de trabalho e ocupará um terreno de 120 mil metros quadrados, sendo 25 mil de área construída. A partir do quarto ano de operação a Brastubo estima alcançar um faturamento anual de R$ 200 milhões. O escoamento da produção se dará pelo Arco Metropolitano, que permitirá o acesso aos portos do Rio e de Itaguaí. A população será beneficiada com a geração de emprego e renda na proporção de 3,5 empregos e serviços indiretos para cada emprego direto.

A seguir, alguns dados estatísticos do IBGE sobre Miguel Pereira e Eng. Paulo de Frontin:

                                            MP                                       EPF
População:                    24.642                                  13.239
PIB:                                R$254 milhões                   R$114 milhões
PIB per cápita:             R$9.863,00                          R$8.735,00


Os números revelam que Miguel Pereira está com a sua população estagnada há dez anos, devido ao êxodo de seus moradores para outras localidades, pela absoluta inexistência de ofertas de emprego e oportunidades de trabalho. Ao se confirmar a estimativa da BRASTUBO dentro de quatro anos o habitante de Engenheiro Paulo de Frontin será duas vezes mais produtivo que o habitante de Miguel Pereira.

Recentemente a prefeitura de Paty de Alferes anunciou o início da construção de casas populares de bom acabamento, providas de rede de esgoto e tudo mais que a infra-estrutura de um projeto dessa ordem exige, para abrigar famílias realmente necessitadas.
                   

E agora, povo de Miguel Pereira, como sair dessa degradação humilhante?


A solução está na mudança radical da atual situação política e econômica, implementando um governo participativo com o povo e pelo povo, sem demagogia, garantindo à população a devida representatividade no CONCIDADE e nos demais Conselhos, que até hoje foram solenemente ignorados.
Gilberto M. Carnasciali
Diretor de Divulgação da FAMMPO

Ameniza mas não muda

Dedicamos este texto a todos que se preocupam com a cidadania e o bem estar do povo. A todos que não toleram mais embromações e se irritam com a tapeação de quem deveria buscar a solução dos problemas.
     Vejam este artigo do Senador Cristovam Buarque publicado  no jornal O Globo, dia 25/05/2011:


“O Brasil é um país de alta criatividade em políticas sociais, com saídas para amenizar, não para mudar a realidade. A criatividade começou na escravidão, ao invés de aboli-Ia recorremos à Lei do Ventre Livre. Os escravos sexagenários, os velhos, eram libertados, um eufemismo para abandonados. Até a Abolição da Escravatura aconteceu sem oferecer educação nem terra para os ex-escravos e seus filhos. A Abolição foi um eufemismo para a expulsão dos escravos das fazendas para as favelas.
     Modernamente também temos sido campeões de imaginação para soluções parciais.
     Como o salário não era suficiente para pagar o transporte do trabalhador até o local de trabalho, ao invés de aumento salarial, criamos o vale-transporte, como se fosse um grande benefício social, quando, na verdade, foi um serviço à economia: garantir a presença do trabalhador na fábrica. A regra é a mesma para o vale-refeição. O salário não era suficiente para assegurar a alimentação mínima de um trabalhador, então a solução foi garantir a alimentação do trabalhador, mesmo que suas famílias continuassem sem  comida.
     Quando a inflação ficou endêmica, ao invés de combatê-la (só enfrentada em 1994), criou-se a correção monetária, que garantia moeda estável para quem tivesse acesso às artimanhas do mercado financeiro, enquanto o povo continuava com seus salários cada vez mais desvalorizados.
     Hoje, quando o país vive um apagão de mão de obra qualificada, corremos para fazer escolas técnicas, esquecendo que sem o ensino fundamental os alunos não terão condições de aproveitar os cursos profissionalizantes.
     A Bolsa Escola foi criada para revolucionar a escola.      Como isso não foi feito, ela se transformou na Bolsa Família, sendo mais uma das soluções compensatórias agregada ao vale-alimentação e vale-gás.
     As universidades boas e gratuitas são reservadas para os que podem pagar escolas privadas no ensino básico. No lugar fazer  boas escolas para todos, criamos o PROUNI e cotas para negros e índios.  O  Brasil  melhora  com  essas medidas, mas não enfrenta o problema e acomoda a população, como se agora todos já fossem iguais. Promovem-se benefícios com soluções provisórias, como se elas resolvessem o problema.
     A solução adiada seria uma revolução que assegurasse escola de qualidade para todas as crianças, em um programa que se espalharia pelo país, onde todas as escolas fossem federais, como o Colégio Pedro lI, as escolas técnicas militares, os colégios de aplicação das universidades.
     Quando a desigualdade social força a separação entre pobres e ricos que se estranham, ao invés de superar a desigualdade constroem-se muros em shoppings e condomínios, separando as classes sociais. Para impedir a convivência de classes, impedimos estações de metrô em bairros ricos, o que mostra um total desinteresse desses habitantes pelo transporte público.
     Falta professor de Física, retira-se Física do currículo escolar. Os alunos não aprendem, adotamos a progressão automática. O Congresso não funciona, o STF passa a legislar. A população fala Português errado, em vez de ensinar o correto a todos legitimamos a fala errada para a parte da população sem acesso à educação. Adotamos dois idiomas: o Português dos ricos educados e o Português dos pobres sem educação; o Português dos condomínios e o Português das ruas. Ao invés de combater o preconceito e a desigualdade, legalizamos a desigualdade.
     Ao invés de fazer as mudanças da estrutura para construir um sistema social eficiente, equilibrado, integrado e justo optamos por simples lubrificantes das engrenagens desencontradas da sociedade. Nossas soluções podem até ser criativas, mas são burras e injustas. É a sociedade acomodando suas deficiências. Ao invés de enfrentar e resolver os problemas, nossa criatividade ajusta a sociedade a conviver com eles. E adia e agrava os problemas porque ilude a mente e acomoda a política.”

Cristovam Buarque - Senador (PDT-DF)


quinta-feira, 23 de junho de 2011

ASSALTO A BANCO

- Alô? Quem tá falando?
- Aqui é o ladrão.
-Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
- Não, os funcionário tá tudo refém.
 -Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
- Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
-Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
-Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
-Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...
- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
-Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
-Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber
quanto vou pagar de taxa.
- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
- Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
-Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
-Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
-Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(um minuto depois)
- Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
- Puxa, que incrível!
- Incrive por que? Tu achava que era menos?
- Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que,pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir 'Pour Elise'.
-Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
- Nadica de nada, já ta tudo acertado!
- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...
(De repente, ouvem-se tiros, gritos)
- Ih, sujou! Puliça!
- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado)
- Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!

 Já ajustado as novas regras ortográficas do MEC.
Fonte Internet.
Postado por Paulo Edgar Melo

VOCÊ É RICO OU POBRE?

O rico acredita que pode moldar o seu destino. O pobre acredita que o destino acontece.
O rico assume o compromisso de ser rico. O pobre gostaria de ser rico.
O rico entra no jogo do dinheiro pra ganhar. O pobre entra no jogo do dinheiro pra não perder.
O rico usa juros a seu favor. O pobre usa juros contra ele mesmo, porque quer tudo pra agora.
O rico admira pessoas ricas e as toma como exemplos. O pobre detesta pessoas ricas e as toma como exemplos de mau caráter.
O rico se aproxima de indivíduos bem-sucedidos. O pobre prefere amigos que, como ele, passam dificuldades financeiras e são fracassados.
O rico diz “como posso ter isso”? O pobre diz “não posso ter isso”.
O rico estuda investimentos e faz planos. O pobre diz que “não tem tempo para estas coisas”.
O rico é um ótimo recebedor. O pobre é um péssimo recebedor.
O rico paga a si mesmo primeiro. O pobre paga aos outros primeiro.
O rico prefere ser remunerado pelos resultados. O pobre prefere ser remunerado pelo tempo despendido.
O rico foca no patrimônio líquido. O pobre foca no rendimento mensal.
O rico, quando sofre uma adversidade, se pergunta “como posso tirar proveito disso?”. O pobre, na adversidade, se lamenta.
O rico identifica os ricos pela sua educação financeira. O pobre identifica alguém como “rico” pelos bens materiais que exibe.
O rico busca a prosperidade financeira. O pobre confunde essa busca do rico com falta de espiritualidade.
O rico foca na solução. O pobre foca no problema.
O rico, numa compra parcelada, calcula os juros embutidos e faz contas para decidir se a compra vale à pena. O pobre só observa o tamanho da parcela.
O rico põe seu dinheiro para trabalhar duro para ele. O pobre trabalha duro pelo seu dinheiro.
O rico administra bem o seu dinheiro. O pobre deixa a vida o levar.
O rico tem uma visão realista dos investimentos. O pobre quando investe pensa apenas no curtíssimo prazo e espera lucros absurdos.
O rico não despreza um rendimento passivo, mesmo que pequeno. O pobre diz “o que adianta botar o dinheiro na poupança se rende tão pouco?”
O rico age apesar do medo. O pobre fica paralisado pelo medo.
O rico foca em oportunidades. O pobre foca em benefícios. O rico pensa grande. O pobre pensa pequeno.
Se o rico ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá aumentado. Se o pobre ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá desaparecido completamente.
Se você tirar todo o dinheiro de um rico, depois de algum tempo ele estará recuperado. Se você tirar todo o dinheiro de um pobre, ele dependerá de outras pessoas para sobreviver.
O rico diz “tenho que ser rico por causa de vocês, meus filhos”. O pobre diz “não sou rico porque tenho filhos”.
O rico tem um plano de independência para o futuro. O pobre acha que trabalhar até morrer e depender do governo e dos filhos é um plano razoável.
O rico diz “posso ter as duas coisas”. O pobre diz “posso ter isso ou aquilo”.
O rico procura se aprimorar sempre. O pobre acredita que já sabe tudo.
O rico diz “que lição posso aprender com este erro?”. O pobre diz “desde o começo eu já sabia que não daria certo”.
O rico encara um fracasso como um aprendizado. O pobre encara um fracasso como um alerta para nunca mais se arriscar.
O rico fica cada vez mais rico. O pobre fica cada vez mais pobre.
Fonte: Internet
 Postado por Paulo Edgar Melo

terça-feira, 7 de junho de 2011

PIOR É QUE A GENTE PERGUNTA ASSIM MESMO... Boas respostas para perguntas idiotas!

1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
- Você tá dormindo?
- Não, to treinando pra morrer!
2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
- Ta com defeito?
- Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.
3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
- Vai sair nessa chuva?
- Não, vou sair na próxima.
4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:  
- Acordou?
- Não. Sou sonâmbulo!
5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
- Onde você está?
- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!
6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta: (BOA)
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!
7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: (ÓTIMA)
- Vai subir?
- Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.
8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:
- Flores?
- Não! São cenouras.
9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
- Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!
10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar: (MUITO BOA)
- Em dinheiro???
- Não, me dá tudo em clipes!


Fonte: Internet

Postado por Paulo Edgar Melo - Diretor da FAMMPO

VOCÊ SABE QUE ESTÁ FICANDO LOUCO NO SÉCULO XXI QUANDO:

1.  Você envia e-mail ou MSN para conversar com a pessoa que trabalha na mesa ao lado da sua;
2. Você usa o celular na garagem de casa para pedir a alguém que o ajude a desembarcar as  compras;
3. Esquecendo seu celular em casa (coisa que você não tinha há 10 anos), você fica apavorado e volta para buscá-lo;
4. Você levanta pela manhã e quase que liga o computador antes de tomar o  café;
5. Você conhece o significado de naum,  tbm, qdo, xau, msm, dps, Cc, Cco,...;
6.  Você não sabe o preço de um envelope comum;
7. A maioria das piadas que você conhece, você recebeu por e-mail (e ainda por cima ri sozinho...);
8. Você fala o nome da firma onde trabalha quando atende ao telefone em sua própria casa (ou até mesmo o celular !!);
Você digita o '0' para  telefonar de sua casa;
10. Você vai ao trabalho quando o dia ainda está clareando e volta para casa quando já escureceu de novo;
11. Quando seu computador pára de funcionar, parece que foi seu coração que parou;
11. Você está lendo esta lista e está concordando com a cabeça e sorrindo;
12.  Você está concordando tão interessado na leitura que nem reparou que  a lista não tem o número 9;
13. Você retornou à lista para verificar se é verdade que falta o número  9 e nem viu que tem dois números 11;
14. E AGORA VOCÊ ESTÁ RINDO CONSIGO MESMO;
15.  Você já está pensando para quem você vai enviar esta mensagem;
Feliz  modernidade.
Fonte: Internet
Postado por Paulo Edgar Melo- Diretor da FAMMPO 

segunda-feira, 6 de junho de 2011

NOTA DE FALECIMENTO

É com muita tristeza que lhe participamos o falecimento de um amigo muito querido que se chamava BOM SENSO … e que viveu muitos e muitos anos entre nós.
Ninguém conhecia com precisão a sua idade porque o registo do seu nascimento foi desclassificado há muito tempo, tamanha a sua antiguidade.
Mas lembramo-nos muito bem dele,  principalmente pelas suas lições de vida
  como :  «O mundo pertence àqueles que se levantam  cedo »  «Não podemos esperar tudo dos outros »
   Ou ainda,  «O que me acontece pode ser em parte  também por minha culpa »
   E também …O BOM SENSO só vivia com regras simples e práticas como:   «Não gastar mais do que se tem » e de claros princípios educativos como :   «São os pais quem dão a palavra final »’
Acontece que, o BOM SENSO começou a perder o chão, quando os pais passaram a atacar os professores, que acreditavam ter feito bem o seu trabalho querendo que as crianças aprendessem o respeito e as boas maneiras.
Sabendo que um educador foi afastado ao repreender um aluno por comportamento inconveniente na aula, agravou-se o seu estado de saúde.
Deteriorou-se mais ainda, quando as escolas foram obrigadas a ter autorização dos responsáveis, até para um curativo no machucado de um aluno, sequer podiam informar os pais de outros perigos mais graves incorridos pela criança.
Enfim, o BOM SENSO perdeu a vontade de viver quando percebeu que os ladrões e os criminosos tinham melhor tratamento do que as suas vítimas.
Também recebeu fortes golpes morais e físicos, quando a Justiça decidiu que era crime defendermo-nos de algum ladrão na nossa própria casa, enquanto a este último é dada a garantia de poder queixar-se por agressão e atentado à integridade física ...
O BOM SENSO perdeu definitivamente toda a confiança e a vontade de viver quando soube que uma mulher, por não perceber que uma xícara de café quente iria queimar-lhe, ao derramá-lo em uma das pernas... Recebeu por isso, uma colossal indenização do fabricante da cafeteira elétrica.
Certamente você já reconheceu, que a morte do BOM SENSO foi precedida pelo falecimento:
-           dos seu pais: Verdade e Confiança;
-           da sua mulher Discrição;
-           da sua filha Responsabilidade e do   filho Juízo.   
-           Então, o BOM SENSO deixa o seu lugar para quatro falsos irmãos :
-          « Eu conheço os meus direitos e também   os adquiridos » « A culpa não é minha » « Sou uma vítima da sociedade » - « Meus pais não sabem nada e cobram demais »
Claro que não haverá multidão no seu enterro, porque já não temos muitas pessoas que o conheçam bem, e poucos se darão conta de que ele partiu.
Que descance em PAZ !
Fonte : Internet
Paulo Edgar Melo - diretor da FAMMPO

PARA OS IDIOTAS QUE FALAM QUE A FAMMPO NÃO PODE SER ENVOLVER EM POLÍTICA

          Certamente os reacionários se cobrem com o manto da “elegância” quando dizem que não se envolvem em política, porque todo político é ladrão e a política é suja.
           Com esta “elegante” posição recriminam a diretoria da FAMMPO, afirmando que esta Federação para se manter politicamente correta e imparcial na luta pela cidadania, não pode ser política nem se envolver com candidatos a cargos eletivos.
           Lembremos, então, o que falou Bertold Brecht sobre o analfabeto político: “O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio, depende de decisões políticas.
           O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito, dizendo que odeia política.
            Não sabe que de sua ignorância nasce à prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, o pilantra, o corrupto e o explorador das empresas nacionais e multinacionais”.   
          Esses ai de cima, se elegem comprando votos de um bando de otários que acham que estão levando vantagens!
           Precisa-se dizer mais alguma coisa?

William Marques – Diretor da FAMMPO