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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
SE ESSA MODA PEGASSE NO BRASIL- VOCÊ SABE POR QUE CINGAPURA É UM PAÍS EXEMPLAR?
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
EU TENHO UM SONHO
“Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.
Nosso maior medo é que sejamos poderosos além do limite.
É nossa luz e não nossa escuridão que mais nos amedronta”
Nelson Mandela
Todos almejam muitas coisas no decorrer de suas vidas. Algumas alcançamos, outras continuamos lutando para realizá-las e outras damos como perdidas e descartamos. No caso específico do morador de Miguel Pereira, acreditamos que seu sonho seja tirar sua cidade do abandono em que se encontra e elevá-la para a posição de destaque que outrora ocupou na região Sul Fluminense. Este sonho poderá se materializar se as ações adiante mencionadas (apenas algumas, devido à exigüidade do espaço disponível) forem cumpridas:
-Ver a democracia funcionando a pleno através do Plano Diretor Participativo e do Conselho da Cidade, com a realização de debates, audiências e consultas públicas sobre as propostas do Plano Plurianual da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento Anual, como condição obrigatória para sua aprovação pela Câmara Municipal.
-Assistir a administração pública municipal oferecer ao município instrumentos para a orientação de seu desenvolvimento urbano e de preservação do patrimônio ambiental e paisagístico.
-Assegurar a perenidade do espelho d´água do lago de Javarí, contendo a erosão, dragando e aprofundando seu leito e não apenas fazendo uma obra de maquilagem, desassoriando suas margens, despoluindo suas águas por meio de rede coletora de esgotos, mantendo dessa maneira a sustentação ambiental do ecossistema natural, voltando a ser o cartão postal da cidade. Para quem desconhece, lamentavelmente, dois terços da superfície original do lago foram aterrados e sua capacidade volumétrica reduzida em oitenta por cento.
-Ver as encostas da Colina do Francês, Morro dos Casais e de Aninha Moura e outros logradouros livres de ocupações irregulares e desordenadas, mediante programas de construção de moradias populares, financiadas pelo governo.
-Ter um plano de macro-zoneamento aprovado para a cidade, com mapeamento de Áreas de Proteção Permanente e Área de Proteção Ambiental.
- Construir um Condomínio Industrial não poluente, com capacidade para gerar novos postos de trabalho e receita adicional para o município.
- Construir um novo hospital modelo, ou se possível aproveitar o atual, com Unidade de Tratamento Intensivo 24 horas; equipar postos de saúde para que se tornem aptos a atender a população, com disponibilidade de médicos diuturnamente e de recursos adequados para o desempenho de suas funções; criar cursos especializados em ensino técnico profissional e fazer convênios com entidades do gênero tais como o SENAI e outros; Incentivar o turismo.
- Incentivar a produção de hortifrutigranjeiros e a expansão das agroindústrias; promover, entre outras, a indústria de móveis, roupas e software; facilitar a absorção e a distribuição da produção do Município; aprimorar a fisionomia arquitetônica da cidade; atrair faculdades e institutos de pesquisa; promover uma agenda cultural (cinema, musicais, gastronomia), etc.
Martin Luther King certa vez disse em um de seus discursos que o que incomoda não é o grito dos maus e sim o silêncio dos bons. Pois acreditem, há muitos “bons” que estão trabalhando incansavelmente em silêncio, em um esforço extremo para corrigir, dentro do possível, o descalabro com que a população desta cidade está convivendo.
A FAMMPO - Federação das Associações de Moradores do Município de Miguel Pereira, composta por homens e mulheres decididos a dar vida nova a nossa cidade, vem trabalhando há anos para estabelecer um programa de governo participativo e continuará a fazê-lo com a próxima administração que tomar posse após as eleições de novembro de 2012, quando todos esses objetivos acima mencionados serão considerados. Torna-se imperativo impedir a fuga da população ativa da cidade cuja classe jovem e produtiva acha-se em declínio nos últimos dez anos.
Caro leitor, junte-se a nós nessa missão de cidadania, onde somente a verdade interessa. Temos o maior prazer em receber sua visita e colocá-lo a par dos acontecimentos. Venha unir-se a nós em nossa luta pela criação de um novo padrão de vida em Miguel Pereira, onde temos certeza que o direito do cidadão será finalmente respeitado.
Cordialmente,
Gilberto M. Carnasciali
Diretor de Divulgação
Obs: A FAMMPO se reúne todas as terças-feiras, das 10:00 às 12:00 horas, em sua sede localizada na Estação de Portela
domingo, 4 de setembro de 2011
A VERGONHA DO LIXÃO DE MIGUEL PEREIRA
É de matar de vergonha naqueles que possuem a dita cuja na cara, que em pleno século XXI, em uma cidade tão bonita como a nossa, possa existir uma comunidade que vive do lixo que tão “gentilmente” o poder público municipal, insiste em vazar em nossa serra.
Algumas senhoras de nossa comunidade, fizeram uma visita ao local, para levar roupas para as pessoas que vivem próximas ao nosso querido lixão. O que viram as deixou escandalizadas. Cerca de 10 famílias vivem no local, cercadas por sujeira, revoadas de urubus, moscas de todo tipo e espécies, mosquitos e sem contar com o cheiro fétido do local.
Foi vista uma menina com um berne na testa!
As crianças, em grande número, não têm o serviço de transporte escolar. Com chuva ficam isoladas e quando conseguem se locomover sobre a lama, descem descalças e contam com a ajuda de um morador que permite as mesmas, lavem seus pés em uma bica em sua casa. Aí podem calçar seus velhos sapatos. E olhem que são aproximadamente três quilômetros!
Não existe no local nenhum saneamento, a água é de poço. Dá para imaginar a qualidade dessa água tão perto de um vazadouro de lixo!
Essas pessoas sobrevivem com os restos dos outros.
Ouso afirmar que pobreza dá voto!
Enquanto isso, mais e mais lixo é despejado no local diariamente. Onde foi parar a porcaria do tal aterro sanitário, que eu chamo de depósito de lixo de luxo, que foi tão festivamente comemorado e publicado pela nossa imprensa vendida local?
Quem reclamou da contaminação de seu solo, teve sua área desapropriada para a criação de um tal parque de preservação ambiental, que logicamente, nunca vai ser implantado.
Dinheiro para comprar a área da estação que pertencia ao Bramil, com preço muito acima do valor para virar um estacionamento, tem. Gastar quase 3 milhões de recursos do PADEN na compra de um terreno para implantação do tal Condomínio Industrial, que até agora, a única coisa que esta crescendo é o mato, também.
Agora para melhorar as condições de vida de gente como essa do lixão, não.
Fico contando os dias para que possamos nos livrar dessa nefasta administração. Contente com ela, só aqueles que têm o privilégio de serem amigos da administração e, através dela conseguem um favorzinho aqui, um empreguinho ali e, por aí vai.
Paulo Edgar Melo
Economista e Diretor da FAMMPO
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