Como alguns dizem: “O
ano começa depois do Carnaval”, porém, por aqui as coisas já estão pegando fogo,
à muito tempo.
POLÍTICA
As baixarias já estão
de vento em popa. O troca- troca de “apoios já começaram. Tem gente fazendo
juras de amor eterno a um e fechando com outro. Gente gastando dinheiro a rodo,
patrocinando até velório. Tem até venda de legenda em troca de pagamento de
dívida pessoal.
A coisa está feia!
CARNAVAL 2012.
Até quando aos
administradores de nossa cidade vão priorizar a quantidade em troca da
qualidade.
O que se viu foi uma
invasão de tribos vindas de não sei aonde, que se apossaram da cidade
promovendo brigas e confusões. São pessoas que segundo, eles mesmos dizem, vem
para cá botar terror. Deixando para trás um rastro de sujeira, catinga e
destruição.
Para se ter uma idéia,
no domingo lá pelas oito horas da manhã, um bando de cabelos pintados invadiram
uma padaria no centro de nossa cidade, um busca de cervejas. Como não foram
atendidos saíram, e compraram em outro lugar e cismaram de bebê-las ali mesmo.
O que se viu foi um
espetáculo degradante. Eram palavrões ditos em voz alta, saiam para urinar na
frente de senhoras, senhores e crianças que ali chegavam para comprar o seu pão
de cada dia.
Um espetáculo dantesco
que só terminou quando uma boa samaritana dirigiu-se a DPO, ali perto, e
denunciou o fato. Imediatamente, dois policiais para lá se deslocaram e colocou
fim na baderna.
E os shows, nada
tinham a ver com carnaval!
De bom foi a sexta-feira
onde se viam caras conhecidas e a animação dos blocos.
LIXÃO
Parece agora vai sair
o nosso aterro sanitário. Não será vantagem nenhuma construí-lo, visto que a
Lei está obrigando todos os municípios dar destino ecológico a seu lixo.
Porém, vale ressaltar
que os danos ao meio ambiente provocados pelo lixão, são irreparáveis. Toda a área
de mata atlântica, seus mananciais estão eternamente contaminados.
Para se ter uma idéia,
a contaminação do lençol freático, já chegou a Arcádia e, o lixo que desce da
serra, já atinge até o rio Guandu, fonte de abastecimento do município do Rio de
Janeiro.
Quem vai pagar,
criminalmente, por esses danos ao meio ambiente?
Paulo Edgar Melo
Economista e
Funcionário Público Federal
