Recebemos este cartum pela internet.
Realmente o autor da obra foi muito feliz retratando um episódio que condiz com o procedimento atual de muitos (maioria) dos pais com relação aos professores de seus filhos.
Pensam sempre que seus filhos são anjinhos do céu e os professores, os enviados pelo demo, para persegui-los e tratá-los com injustiça e diferença.
Por que?
Por que julgar tão mal os professores?
São profissionais como nós, procuram exercer condignamente a sua profissão.
Pensem nisso!
Vamos por a mão na consciência e tratar nossos filhos como pessoas humanas capazes de acertar e errar e, para o próprio bem deles, vamos moderar nossa exagerada proteção e vê-los como gente como todos os demais, sujeitos a erros e acertos.
Não confundir liberdade com libertinagem e agir principalmente com justiça e independência, pois assim é que se educa um filho para o futuro, não traga o inferno para dentro de casa.
Se um professor passa a mão na cabeça do aluno, num gesto de carinho fraternal, pode ser acusado de pedofilia.
O professor não pode mais falar alto, pedir a atenção aos alunos ou até mesmo se dirigir particularmente a um deles, pois está sujeito a processo judicial.
Lembre-se que o no futuro, seu filho superprotegido poderá vir a ser também um professor (duvido) e, aí, o que você pensará sobre ele? Vai passar a vê-lo como um monstro como julgou que eram os professores dele?
Vamos dar um crédito de confiança aos mestres, pois eles bem merecem, educando os nossos filhos, preparando-os para esse mundo conturbado em que vivemos.
Fonte: A Nossa Cidade – Informativo do Rotary Club de Paracambi – N° 12 – set/out/2011
Postado por Paulo Edgar Melo – Economista – Funcionário Público Federal
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