sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A DURA REALIDADE DE NOSSOS DIAS

Recebemos este cartum pela internet.


Realmente o autor da obra foi muito feliz retratando um episódio que condiz com o procedimento atual de muitos (maioria) dos pais com relação aos professores de seus filhos.

Pensam sempre que seus filhos são anjinhos do céu e os professores, os enviados pelo demo, para persegui-los e tratá-los com injustiça e diferença.

Por que?

Por que julgar tão mal os professores?

São profissionais como nós, procuram exercer condignamente a sua profissão.

Pensem nisso!

Vamos por a mão na consciência e tratar nossos filhos como pessoas humanas capazes de acertar e errar e, para o próprio bem deles, vamos moderar nossa exagerada proteção e vê-los como gente como todos os demais, sujeitos a erros e acertos.

Não confundir liberdade com libertinagem e agir principalmente com justiça e independência, pois assim é que se educa um filho para o futuro, não traga o inferno para dentro de casa.

Se um professor passa a mão na cabeça do aluno, num gesto de carinho fraternal, pode ser acusado de pedofilia.

O professor não pode mais falar alto, pedir a atenção aos alunos ou até mesmo se dirigir particularmente a um deles, pois está sujeito a processo judicial.

Lembre-se que o no futuro, seu filho superprotegido poderá vir a ser também um professor (duvido) e, aí, o que você pensará sobre ele? Vai passar a vê-lo como um monstro como julgou que eram os professores dele?

Vamos dar um crédito de confiança aos mestres, pois eles bem merecem, educando os nossos filhos, preparando-os para esse mundo conturbado em que vivemos.

Fonte: A Nossa Cidade – Informativo do Rotary Club de Paracambi – N° 12 – set/out/2011

Postado por Paulo Edgar Melo – Economista – Funcionário Público Federal





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