sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

QUANDO SE PERDE O OBJETIVO PRINCIPAL DE LUTA



Há dez anos ingressei na FAMMPO. Conheci pessoas, umas muito boas outras, nem tanto!

Fiquei empolgado com a mobilização a cerca das associações de moradores, que tinha como principal objetivo lutar pelos seus direitos de cidadão, pleiteando melhorias para os seus bairros e exigindo melhores condições de vida de seus habitantes.

Desenvolvemos um projeto chamado Política, Ética e Cidadania que buscava levar as associações esses conceitos básicos.

No bojo desse projeto incluíam duras críticas a casos tão conhecidos como, por exemplo: Compra de votos e assistencialismo descarado, que eram duramente criticados.

Obviamente começamos a desagradar muita gente, de uma hora para outra as portas se fecharam para nós! Reuniões eram marcadas e desmarcadas em cima da hora, houve até quem desse parte na polícia para impedir a realização do evento.

A luta continuou dessa vez com a busca do fortalecimento das associações de moradores com vista ao chamado Governo Participativo.

Mas o foco foi perdido, hoje temos associações desmanteladas, com um ou dois tocando o movimento. Isso não é nada bom!

As reuniões da Federação passaram a ficar enfadonhas!

Os assuntos são sempre os mesmos: Ministério Público de Barra do Piraí, do moribundo Plano Diretor e sobre o Lago do Javary e, de vez em quando do Conselho de Segurança. Você pode ficar muito tempo sem aparecer nas reuniões, que novidades não acontecerão.

Nesse momento, qualquer iniciativa judicial não vai atingir a figura do atual prefeito. Ele parece ser blindado! Se não fosse já teria sido enxotado da função!

Toda iniciativa a esse respeito, por certo, vai desabar na cabeça de quem assumir a prefeitura em 2013. Já pensaram ter que assumir um município destroçado e cheio de ações judiciais a serem cumpridas?

É hora de se parar de defender assuntos pessoais e pensar mais na cidade como um todo!

Uns acham que o Plano Diretor é a Pedra Filosofal, acham que o governantes têm que pedir autorização para realizar alguma coisa ao poderoso Conselho da Cidade.

Em nossa cidade, quando da elaboração do mesmo, houve uma busca em se privilegiar os mais ricos, aqueles possuidores de terras em solo urbano, sem nada produzir e pagando ITR, logicamente pura especulação imobiliária!

Quem não se lembra de áreas na Avenida das Américas, no trecho entre a Grota Funda e o Recreio dos Bandeirantes. Antigamente eram imensas porções de terra, com duas ou três vaquinhas pastando alegres e bem dispostas. Quem passa hoje por lá verá grandes construções e condomínios. E os antigos donos pagavam o ITR!

Sou um defensor ferrenho da Administração Participativa, para isso precisamos de Associações fortes e unidas.

Gostaria de ver de novo o trabalho junto à população e não ficar de picuinhas.

Em razão disso, tomei a decisão de me afastar da diretoria e da Federação, pelo menos, até ela voltar a ser o que era.

Paulo Edgar Melo
Economista e Funcionário Publico Federal.

 
 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O OUTRO E VOCÊ



Não é esquisito que...

Quando o outro não faz é preguiçoso.
Quando você não faz... está muito ocupado

Quando o outro fala, está fazendo intriga.
Quando você o fala... é crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto, é "cabeça dura".
Quando você o faz... está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta, é metido.
Quando você passa sem cumprimentar... é apenas distração.

Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta.
Quando você fala... é porque precisa desabafar.

Quando o outro se esforça para ser agradável, tem uma segunda intenção.
Quando você age assim... é gentil.

Quando o outro encara os dois lados do problema, está sendo fraco.
Quando você o faz... está sendo compreensivo.

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.
Quando você faz... é iniciativa.

Quando o outro progride, teve oportunidade.
Quando você progride... é fruto de muito trabalho.
 
Quando o outro luta por seus direitos, é teimoso.
Quando você o faz... é prova de caráter.

Quando você escreve isso é porque gosta dos amigos.
Quando o outro escreve... é um desocupado. 

E o mais importante de tudo isso é que nunca podemos perder o foco que o outro é apenas o nosso espelho. 

(autor desconhecido)

Postado por; Paulo Edgar Melo - Economista e Func. Publ. Federal

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

CRESCIMENTO NÃO DISTRIBUI RENDA NO BRASIL

TESE DA NOVA CLASSE MÉDIA NÃO TEM BASE REAL


Os dados do Censo do 2010, produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE são indicadores que o otimismo governamental, difundido nos últimos anos, só existe na propaganda.

Quando se trata da Renda Nacional e sua distribuição pela população economicamente ativa os dados continuam alarmantes.

Para um país que cresceu em média de 3% a 5% nos últimos anos o Brasil apresenta algumas das maiores desigualdades do planeta.

A começar pela distribuição geográfica da sua população: dos 190 milhões de brasileiros 84,4% residem nas cidades e apenas 15,6% no campo, o que denuncia a concentração da terra num país de dimensões continentais (8,5 milhões de km2).

Os 10% mais ricos da população detêm 44,5% da renda nacional, enquanto os 10% mais pobre dividem 1,1% da renda.

Em 2010 metade da população brasileira tinha rendimento mensal de R$ 375,00, ou seja, bem inferior a um salário mínimo de então R$ 510,00. Se a população rural fosse excluída da média, a população das cidades receberia mensalmente uma média de R$ 415,00.

A desigualdade cresce quando se compara o rendimento entre homens e mulheres. Os homens recebem, em média, 42% mais que as mulheres em funções iguais.

Essa discrepância aumenta ainda mais quando comparamos os rendimentos médios mensais de brancos (R$ 1.538,00) e amarelos (R$ 1.574,00) com negros (R$ 834,00), pardos (R$ 845,00) e indígenas (R$ 735,00).

Então, pergunto: Onde está a nova classe média tão propagada pelo Governo federal.

Será que é esse grupo de pessoas que acreditam que agora são ricos e partem às compras nas Casas Bahia da vida, pagando juros extorsivos, em prestações infindáveis que comprometem suas rendas?

Infelizmente, não sei!

Ao contrário da propaganda Brasil- País Rico é País sem Pobreza! (quanta redundância!) proponho: Brasil – País Rico é um País Honesto.

Fonte e dados extraídos do Jornal da ASSIBGE-SN

Postado por Paulo Edgar Melo – Economista – Funcionário Público Federal



QUE DÍVIDA É ESSA QUE NUNCA ACABA?

No Brasil os efeitos da dívida pública (hoje na casa de R$ 1,8 trilhão) são sentidos no dia-a-dia desde o governo FHC, passando por Lula e agora com Dilma.


Quase a metade do Orçamento da União é destinada ao pagamento dos juros e amortizações da dívida todos os anos.

O pior é que esta parte do Orçamento não pode ser debatida e nem rejeitada pelo Congresso.

Graças à emenda 166 da Constituição o Executivo inclui a parte relativa ao serviço da dívida no Orçamento e o Congresso discute apenas o que resta.

O resultado disso é que em 2010 cerca de 45% do Orçamento foi para pagamento de juros e amortizações da dívida, enquanto a saúde ficou com 3,9% e a educação com 2%.

Por uma Lei aprovada no apagar das luzes do governo Lula tudo o que diz respeito a lucro das estatais e verbas economizadas dos orçamentos dos ministérios no final do ano, também é carreado para o pagamento do serviço da dívida pública.

Em 2010 uma CPI iniciou o trabalho de investigação sobre a dívida, como prevê a própria Constituição de 1988. Mas é fundamental e urgente avançar a uma Auditoria.

É preciso identificar qual a origem, como foi contraída, em que termos, com o que foi gasto e o que já se pagou desta dívida. Só assim será possível cessar essa sangria desatada, que sacrifica a qualidade de vida de nosso povo.

Ao mundo inteiro o Governo Dilma vende uma imagem politicamente correta, receitando aos países em crise mais investimentos na produção e na geração de empregos. Mas em casa Dilma tem um comportamento bem diferente, sobretudo com o funcionalismo e os serviços públicos.

Para se precaver dos efeitos da crise mundial o Governo cortou R$ 50 bilhões do Orçamento e contingenciou mais de R$ 10 bilhões para bancar o chamado superávit primário. São medidas que visa preservar, acima de tudo, os interesses dos credores internacionais, garantido o pagamento dos juros e amortizações da dívida brasileira.

Os países hoje atingidos pela crise internacional sentem na carne os efeitos da mesma receita que o FMI ministrou ao Brasil nos anos 80: corte de investimentos públicos, arrocho sobre o funcionalismo e privatização de estatais e serviços públicos.

Ou seja: GOVERNO DILMA – CASA DE FERREIRO, ESPETO DE PAU

Fonte e dados extraídos do Jornal da ASSIBGE-SN

Postado por Paulo Edgar Melo – Economista – Funcionário Público Federal



A DURA REALIDADE DE NOSSOS DIAS

Recebemos este cartum pela internet.


Realmente o autor da obra foi muito feliz retratando um episódio que condiz com o procedimento atual de muitos (maioria) dos pais com relação aos professores de seus filhos.

Pensam sempre que seus filhos são anjinhos do céu e os professores, os enviados pelo demo, para persegui-los e tratá-los com injustiça e diferença.

Por que?

Por que julgar tão mal os professores?

São profissionais como nós, procuram exercer condignamente a sua profissão.

Pensem nisso!

Vamos por a mão na consciência e tratar nossos filhos como pessoas humanas capazes de acertar e errar e, para o próprio bem deles, vamos moderar nossa exagerada proteção e vê-los como gente como todos os demais, sujeitos a erros e acertos.

Não confundir liberdade com libertinagem e agir principalmente com justiça e independência, pois assim é que se educa um filho para o futuro, não traga o inferno para dentro de casa.

Se um professor passa a mão na cabeça do aluno, num gesto de carinho fraternal, pode ser acusado de pedofilia.

O professor não pode mais falar alto, pedir a atenção aos alunos ou até mesmo se dirigir particularmente a um deles, pois está sujeito a processo judicial.

Lembre-se que o no futuro, seu filho superprotegido poderá vir a ser também um professor (duvido) e, aí, o que você pensará sobre ele? Vai passar a vê-lo como um monstro como julgou que eram os professores dele?

Vamos dar um crédito de confiança aos mestres, pois eles bem merecem, educando os nossos filhos, preparando-os para esse mundo conturbado em que vivemos.

Fonte: A Nossa Cidade – Informativo do Rotary Club de Paracambi – N° 12 – set/out/2011

Postado por Paulo Edgar Melo – Economista – Funcionário Público Federal





segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O NATAL ESTÁ CHEGANDO



Estamos próximos a data magna da Cristandade!

As cidades, as casas se enfeitam em uma explosão de luzes!

Por aonde vamos vemos praças iluminadas atraindo a atenção de moradores e visitantes deslumbrados com a beleza e o carinho da decoração natalina.

Cidades como Campos do Jordão, Poços de Caldas, as da Serra Gaúcha entre outras, atraem milhares de turistas nesse período, tudo em função do espetáculo proporcionado pelas luzes do Natal.

Os comércios locais vibram de felicidade! Os hotéis ficam repletos de hóspedes, nada têm a reclamar! Enquanto isso, nossa cidade nada tem a mostrar.

Onde estão nossas luzes?

Será que por aqui não estamos próximos ao Natal?

A única coisa que lembra a data é uma árvore caquética que esta no centro da cidade há muito tempo, com vasos de plantas artificiais, já desbotadas pelo tempo. Ela até já faz parte do mobiliário urbano!

Será que ainda temos administração municipal?

Será que teremos a mesma decoração ridícula de outros anos ou não teremos nenhuma?

Ou será que lama, poeira, lixo, buracos, etc. fazem parte da decoração? Mas isso já está por aqui há muito mais tempo que a decrépita árvore de Natal do centro.

Será que esse grupo de pessoas que administram nossa cidade não gosta nem um pouco dela?

Tenham pena de Miguel Pereira! Bando de incompetentes e desleixados! Sigam, pelo menos, o exemplo de Barra do Piraí, Três Rios, Vassouras, cidades próximas e bem melhor cuidadas.

Façam com que as pessoas tenham orgulho de nossa cidade!

Paulo Edgar Melo
Economista e Funcionário Publico Federal.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

“EU VOTO DISTRITAL” Reforma Política


O que é Voto Distrital

O sistema de voto distrital é a alternativa para a moralização da política brasileira. Proporciona a aproximação do eleitor com seu representante no Congresso; permite melhor fiscalização sobre os deputados; dificulta a corrupção. Opõe-se ao voto em lista fechada, que favorece apenas as burocracias partidárias com candidatos que não se identificam com os eleitores.

Corrigindo as distorções

Atualmente, votos dados a um candidato são transferidos para eleger outros candidatos. O eleitor dificilmente se lembra em quem votou nas últimas eleições. No sistema do voto distrital, cada partido pode apresentar somente um candidato por distrito, diminuindo o número de concorrentes a serem escolhidos pelo eleitor, facilitando sua decisão. Torna-se fácil lembrar o nome do parlamentar que terá sua atuação em Brasília acompanhada de perto e suas promessas cobradas “online”.

Barateamento

As campanhas eleitorais no Brasil são caras devido ao candidato precisar lutar pelos seus votos contra todos os outros candidatos cobrindo toda a área de seu estado. No sistema distrital,  a campanha se restringe a uma área delimitada e muito menor. Os custos caem e os eleitos se tornam mais independentes.

Efeito “Tiririca”

Na última eleição, Tiririca teve 1.3 milhões de votos em São Paulo. Elegeu-se e garantiu a eleição  de mais três candidatos que estavam em sua coligação. Das 513 cadeiras na câmara, somente 36 foram ocupadas por candidatos que lá chegaram por seus próprios votos. Os outros 447 (93% do total), foram favorecidos por votos dados a outros políticos. Com o voto distrital, desaparece a figura dos “puxadores de votos” ou “coligações” e o político para se eleger deputado terá que contar com seus próprios votos.

Contendo os gastos públicos

Grupos de pressão organizados, tais como sindicatos, usineiros, empresários, etc., são representados por deputados que carreiam recursos para essas entidades por meio de emendas parlamentares em troca de dinheiro e votos para se reelegerem. No sistema distrital, cessa a demanda do Congresso por recursos públicos, já que o compromisso dos congressistas se resume tão somente aos eleitores de sua base.



Corporativismo/Nepotismo

Há um esforço concentrado de políticos no Brasil para fazer ingressar na estrutura de poder, parentes próximos como cônjuges, filhos e sobrinhos, com o objetivo de garantir a linha sucessória de suas famílias. Caciques gananciosos, com forte apoio financeiro, têm o poder de conduzir ao congresso quem desejar.  No sistema distrital, essa influência oligárquica sofreria forte redução e seus candidatos teriam mais dificuldade em atingir seu objetivo.

Votação nas capitais

Com a fragmentação da votação nas grandes áreas urbanas, são poucos os candidatos oriundos das capitais que conseguem se eleger. Há um afastamento do legislativo dos centros mais politizados com maior poder de reivindicação no eleitorado nacional. Com o sistema distrital em vigor, todas as capitais brasileiras ganhariam mais peso político.

Congresso forte

Países com voto distrital tendem a ter um congresso forte com comportamento independente do poder executivo. No sistema distrital, o deputado que depender do governo terá dificuldade em se reeleger. Como apenas um candidato é eleito por distrito, há disputa eleitoral direta, com os candidatos apontando as falhas dos seus concorrentes. O eleitor passa a comparar as características de seu candidato preferido com as dos oponentes. Seu voto passa a ser um voto consciente.  Nessas condições são poucas as chances de um mero porta-voz de uma corporação ou de um lobby sair vencedor.

Corrupção

O Brasil, dada sua vasta área geográfica e muitos candidatos apresentados em lista aberta, contribuem com um viés de ilegalidade nas campanhas eleitorais. A cientista política Mirian Golding, da Universidade da Califórnia, diz que ”diferentes sistemas eleitorais têm efeitos diversos sobre o grau de corrupção. A corrupção e a busca por um número gigantesco de votos andam de mãos dadas. Quando a campanha eleitoral ocorre em regiões muito grandes e com vários partidos, os estímulos para obter recursos ilegais são mais fortes do que o medo das denúncias de adversários”.

A FAMMPO apóia movimentos democráticos que defendam causas comprovadamente verdadeiras e transparentes e que resultem em benefício para a sociedade. A luta contra a corrupção e a favor da reforma política e, por conseguinte do voto distrital, são dois movimentos de mobilização populares, que procuram sensibilizar e conscientizar a opinião pública. A FAMMPO participa desse movimento que busca o respeito aos direitos do cidadão através da implantação de uma política pública de longo prazo de combate a corrupção e contra a impunidade, tanto no setor público como no privado.

Gilberto M. Carnasciali
Diretor de Divulgação



Endereço: Estação Ferroviária de Governador Portela, Sala nº 02
Tel.: (24) 2484-1042 / 9276-1746

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

POR QUE O BRASILEIRO RECLAMA TANTO?


O povo brasileiro vive reclamando dos políticos, da corrupção, da saúde, dos transportes, da segurança, etc.
Quem escolhe aqueles que nos governa somos nós!
Então:

Brasileiro reclama de quê?!!!

O brasileiro é assim:


1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.

5. - Fala no celular enquanto dirige.

6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

7. - Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.

8. - Viola a lei do silêncio.

9. - Dirige após consumir bebida alcoólica.

10. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

11. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.

12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

13. - Faz "gato" de luz, de água e de TV a cabo.

14. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.

16. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.

17. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.

18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.

21. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são piratas.

22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.

24. Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

26. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.

27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

28. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.

29. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

30. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos...

Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas...

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!


Vamos dar o bom exemplo!



"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos..." 

A mudança deve começar dentro de nós, dos nossos valores, das nossas atitudes, dos nossos princípios!


Paulo Edgar Melo
Economista e Diretor da FAMMPO

domingo, 6 de novembro de 2011

ANTIGAMENTE NOSSO MEIO AMBIENTE ERA MUITO PROTEGIDO.


DESABAFO

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
 
A senhora pediu desculpas e disse:
 
- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:
 
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente.
 

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. 

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funciona a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
 

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?



ENTRE 1959 E 2011 – MUDANÇA DE HÁBITOS



Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
        Ano 1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e até umas reguadas nas mãos e volta tranqüilo à classe. Esconde o fato dos pais com medo de apanhar mais. Pronto.
         Ano 2011: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra receita  Rivotril. Transforma-se num zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz e processam o colégio.


Cenário 2: Luis, de sacanagem quebra o farol de um carro, no seu bairro.
        Ano 1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro. A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.

        Ano 2011: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu  filho. Sem o guia de uma  figura paterna, Luis se volta para a droga, delinqüe e fica preso num presídio especial para adolescentes. 

Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...
        Ano 1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.

        Ano 2011: A professora Maria é acusada de não cuidar das crianças. José passa cinco anos em terapia pelo susto e seus pais processam o colégio por danos psicológicos e a professora por negligência, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...

Cenário 4: Disciplina escolar
        Ano 1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava uma boa "mijada" e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade e no resto da semana não incomodávamos mais ninguém.

        Ano 2011: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo. Nosso velho vai até o colégio dar queixa do professor e para consolá-lo compra uma moto para o filhinho.

Cenário 5: Horário de Verão.
        Ano 1959: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Nada acontece.

        Ano 2011: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite, nas mulheres aparece até celulite.

Cenário 6: Fim das férias.
        Ano 1959: Depois de passar férias com toda a família enfiados num Gordini ou Fusca, é hora de voltar após 15 dias de sol na praia. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.

        Ano 2011: Depois de voltar de Cancun, numa viagem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, "panic attack", seborréia, e ainda precisa de mais 15 dias de readaptação...
    
Cenário 7: Saúde.
        Ano 1959: Quando ficávamos doentes, íamos ao INPS aguardávamos 2 horas para sermos atendidos, não pagávamos nada, tomávamos os remédios e melhorávamos.

        Ano 2011: Pagamos uma fortuna por plano de saúde. Quando fazemos uma distensão muscular, conseguimos uma consulta VIP para daqui a 3 meses, o médico ortopedista vê uma pintinha no nosso nariz, acha que é câncer, nos indica um amigo dermatologista que pede uma biópsia, e nos indica um amigo oftalmologista porque acha que temos uma deficiência visual.  Fazemos quimioterapia, usamos óculos e depois de dois anos e mais 15 consultas, melhoramos da distensão muscular.

Cenário 8: Trabalho.
        Ano 1959: O funcionário era "pego" cera (fazendo nada). Tomava uma regada do chefe, ficava com vergonha e ia trabalhar.

        Ano 2011: O funcionário pego "desestressando" é abordado gentilmente pelo chefe que pergunta se ele está passando bem. O funcionário acusa-o de bullying e assédio moral, processa a empresa que toma uma multa, o funcionário é indenizado e o chefe é demitido.

Cenário 9: Assédio.
        Ano 1959: A colega gostosona recebe uma cantada de Ricardo. Ela reclama, faz charminho mas fica envaidecida, saem para jantar, namoram e se casam.

         Ano 2011: Ricardo admira as pernas da colega gostosona quando ela nem está olhando, ela o processa por assédio sexual, ele é condenado a prestar serviços comunitários. Ela recebe indenização, terapia e proteção paga pelo estado. 
  
Cenário 10: Comportamento.

                Ano 1959: Homem fumar era bonito, dar o rabo era feio.
                Ano 2011: Homem fumar é feio, dar o rabo é bonito.
Pergunta-se:
  


EM QUE MOMENTO FOI, ENTRE 1959 E 2011, QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE BOSTAS?